Carlos Casciano
Conselheiro individual e sparring de gestão. Ex‑COO de tech.
Você provavelmente chegou aqui por indicação de alguém que trabalhou comigo. Vou ser breve.
O que costuma estar acontecendo
Você chega ao board sem leitura própria, responde ao que perguntam e sai com a lista de tarefas dos outros.
Eu perguntariaQual é a sua leitura, antes da deles?
O mesmo problema volta todo mês com outra roupa. Todo mundo sabe qual é. Ninguém é dono.
Quem você ainda não pediu que assumisse?
Você e seu par estão travados no mesmo assunto há meses, e nenhum dos dois sai do lugar.
O que ele acha que você quer?
Você era o melhor técnico da casa. Virou gestor, e agora é o gargalo.
O que ainda só passa por você?
Quase nunca é falta de capacidade. É que a origem não está onde você está procurando: está em como você pergunta, em como você comunica, e no que você não solta.
“Passei a olhar menos para o problema pontual e mais para a causa, os dados e o impacto das decisões no longo prazo. Saí da operação para assumir de fato o papel de liderança.”
Diretor de Receita, empresa com mais de 40 mil clientes
O que muda
Você passa a ver o problema como ele é, e não como vinha contando para si mesmo.
Os problemas ganham dono.
Você para de tratar sintoma, sabe com quem falar, sobre o quê e em que ordem.
As conversas difíceis acontecem.
Cartas na mesa, com o mínimo de julgamento — e você confere se a mensagem chegou, em vez de presumir.
Você entende a sua estratégia e consegue explicá-la.
Para cima, chegando ao board com leitura própria. Para baixo, onde ela vira decisão do time.
Quem sou eu
15 anos dentro de operações de tecnologia, todas em empresas em escala pesada de crescimento. Respondi por Operações, Dados, CX e Estratégia, incluindo um M&A e a integração pós-aquisição. Mais de 500 pessoas lideradas, e mais de 400 horas como conselheiro individual.
Não sou coach. Operei o problema que você está vivendo, e hoje sento do outro lado da mesa para te ajudar a enxergá-lo.
Como funciona
Você traz o que está acontecendo. Eu não trago resposta — trago as perguntas que você ainda não fez a si mesmo, e devolvo os padrões que aparecem no seu próprio contexto.
Quando você estiver indo para o lugar errado, eu não digo que está errado. Pergunto quais são as consequências, e você chega lá sozinho. É a única forma que muda de verdade.
No começo você nomeia três coisas que quer ver diferentes em você. A gente revisita no meio e no fim.
Entre uma sessão e outra sempre tem trabalho, e ele varia conforme onde você está. Pode ser uma reflexão de pauta fixa que você traz na próxima. Pode ser eu ler um material antes — um documento, uma apresentação, um plano — e te devolver a leitura. Pode ser preparar com você a conversa difícil que vai acontecer amanhã. O ciclo é o mesmo; o que muda é o que ele exige de você em cada momento.
Para quem isso não é
Para quem não está a fim de mudar. Se você quer alguém que valide o que já decidiu, não vai gostar do processo. Já aconteceu, e nesses casos eu prefiro não seguir.
“Algumas pessoas que antes eram meus pares passaram a ser meus liderados. Evoluí minha forma de conduzir essas situações, principalmente na comunicação e no alinhamento com stakeholders de outras áreas.”
Diretor de Dados, empresa de R$ 200 milhões de ARR
Vamos conversar
Não é apresentação de proposta: é você falando e eu perguntando.
No fim eu te mando por escrito o que observei e o que eu exploraria com você. Se fizer sentido seguir, a gente segue. Se não, você fica com a leitura.
Não precisa estar com o problema formulado. É justamente isso que a gente faz na conversa.
Se o board, o dono ou o seu chefe mudaram nos últimos seis meses, vale conversar agora.
Me conta o que está acontecendo
Abre uma conversa no WhatsApp. Você me manda quando puder.